quarta-feira, 23 agosto, 2017

Tratamentos

Ansiedade e Stress

A vida moderna é desgastante. Os compromissos, as obrigações sociais, o ritmo de vida que a maioria de nós leva, fazem com que vivamos em um contínuo estado de tensão, ansiedade, insegurança com o dia de amanhã. Para manter o equilíbrio e continuar a viver “dentro” da sociedade, procuramos aumentar e viver melhor os nossos momentos de lazer.

Mas, quando mesmo assim, não conseguimos esta serenidade, nos tornamos vítimas de um mecanismo diabólico que começa a alimentar nossas frustrações e nossas deficiências, fazendo com que vivamos nervosos, cansados e sempre mais desgastados com o ritmo e as situações que a vida e a sociedade nos impõem.

Qual a solução?

Procurar a cidade da eterna felicidade: SHANGRILÁ?

Procurar artifícios divulgados maciçamente por todas as campanhas publicitárias para uma vida melhor?

Procurar ajuda nos vários medicamentos tranqüilizantes, ansiolíticos, anti-stress, anti…tudo etc., com o risco de nos tornarmos dependentes e sempre mais em uma roda viva?

Procurar dentro de nós mesmos aquela força, aquela determinação, aquela segurança para podermos enfrentar melhor todas as dificuldades e superá-las?

É óbvio que encontrar ajuda nos outros ou no que os outros, de várias maneiras, podem nos dar é muito cômodo e, às vezes, fácil.

Muito mais difícil e imperativo é buscar ajuda em nós mesmos, sobretudo quando não sabemos por onde começar, nem como fazer.

Os cientistas do mundo inteiro começaram a perceber como estava se tornando importante e prioritário descobrir métodos que auxiliassem as pessoas a melhorar a própria qualidade de vida e a descobrir e utilizar melhor as características e as potencialidades individuais, para viver melhor e se defender dos constantes ataques aos quais a sociedade inevitavelmente é submetida.

Nada melhor do que a necessidade para estimular a busca, a pesquisa e o encontro de soluções. As duas guerras mundiais e as outras que a elas se sucederam, forneceram este estímulo.

Havia uma necessidade sempre maior de motivar os soldados a combater, os civis a resistir e todos em geral a se manter coesos e unidos para sustentar, sem titubear, os ideais dos próprios líderes.

Foi entre as duas guerras e depois delas, que nasceram e se desenvolveram inúmeras técnicas de ajuda e suporte físico-emocional no mundo inteiro.

Os cientistas concordavam unanimemente que somente trabalhando causas e efeitos, podia se chegar a uma solução satisfatória. Os médicos e os psicólogos se desdobraram na busca da solução ideal para atender às necessidades sempre maiores e às cobranças sempre mais emergentes às quais eram submetidos.

Mas havia uma dificuldade insuperável. Não existe ninguém igual ao outro, tanto física quanto emocionalmente e isto fez com que se percebesse que não podia existir um tratamento único e ideal para todos, mas várias formas de tratamento, para que cada um pudesse, dentro de várias opções, encontrar a solução melhor para o seu problema. Hoje observamos como as descobertas da medicina e da psicologia criaram profissionais sempre mais especializados em setores cada vez menores do nosso corpo e da nossa mente.

Ao lado das novas técnicas, mais afinadas e em constante evolução, redescobriram-se modelos de tratamento antigos como o Homem, assim como se começou a dar sempre maior importância àqueles valores que foram se perdendo nos tempos.

Educação, família, casamento, costumes, sexualidade vivida de forma sadia e não mais promíscua, trabalho, etc., foram se revalorizando.

Na saúde, paralelamente à utilização de computadores e técnicas sempre mais sofisticadas, houve uma intensa redescoberta de soluções naturais, plantas, ervas, essências e remédios manipulados e não mais industrializados. Técnicas milenares passaram a ser reutilizadas e investe-se cada vez mais no desenvolvimento e aprimoramento destes tratamentos, entre os quais têm sempre um maior destaque a acupuntura e a hipnose. Prova disso é o uso do “laser” na acupuntura que, até poucos anos atrás, era impensável, bem como a sua aplicação para o tratamento das doenças “modernas”.

Descobriu-se a Medicina Psicossomática, ou seja, os pesquisadores começaram a perceber como existem inúmeros fatores emocionais no desenvolvimento e evolução de muitas doenças: problemas emocionais mal resolvidos e não resolvidos que afetam o nosso organismo, onde encontram uma ótima válvula de descarga, geram doenças até então consideradas solucionáveis somente com uma abordagem clínica ou cirúrgica.

A figura do psicólogo enriqueceu-se, assim como o estudo dos aspectos psicológicos e emocionais nas várias patologias, tornou-se fundamental no “currículo,” das melhores faculdades de medicina do mundo inteiro. Que stress…, sinto-me estressado…, levo uma vida estressante…, ouvimos dizer nas conversas diárias quando alguém se refere àquele cansaço, ansiedade, depressão que acontecem mais cedo ou mais tarde a todas as pessoas fortemente envolvidas com a família, o trabalho ou com os problemas pessoais.

Mas o que é este stress do qual todo mundo está falando? É a reação do nosso organismo à ação de qualquer estímulo, agradável ou desagradável, físico ou químico, infeccioso ou orgânico, nervoso ou mental, emocional ou afetivo.

O stress não somente é inevitável, mas, se guardado dentro de certos limites necessários, é até benéfico.

A nossa própria existência é stress , porque ela se baseia sobre um contínuo processo de adaptação, de equilíbrio estável com o ambiente e contra o ambiente.

O stress é antigo como a humanidade, como a própria vida, mas se hoje tanto se fala de stress , é porque a sociedade nos submete a um bombardeio de estímulos estressantes nunca acontecido na história da humanidade, que põe a dura prova a capacidade de adaptação do nosso organismo e da nossa mente. Os estímulos estressantes mais comuns no indivíduo são aqueles psicológicos.

A preocupação com a nossa saúde ou de pessoas queridas, o trabalho que comporta sempre maiores e graves responsabilidades, tensões e frustrações contínuas, assistir a uma cena emocionante, se defrontar com um ambiente social novo, provocam stress de maneira igual se não maior do que os agentes físicos ou biológicos estressantes. Também as experiências positivas provocam stress , constituindo de fato uma mudança e necessitando que o organismo se acostume também a elas. Abraçar com paixão uma pessoa querida, vencer na loto, uma promoção profissional, um aumento inesperado de salário, levam a desenvolver stress .

Em outras palavras, agradável ou desagradável que seja a emoção ou sensação, produz no nosso organismo stress , que, traduzido em português, significa tensão. Assim, paradoxalmente, um enfarte pode ser desencadeado tanto por um grande prazer como por um grande sofrimento.

Entre as conseqüências mais freqüentes da tensão, existem a ansiedade, a insônia, cansaço físico e mental, dores de cabeça, distúrbios circulatórios, gastrintestinais, hepato-biliares, impotência, frigidez, redução das defesas imunológicas, diminuição da capacidade de concentração, agressividade, passividade.

Alguns indivíduos são extremamente sensíveis a qualquer situação estressante, podendo se transformar em um fator desencadeante de muitos distúrbios do comportamento. O stress pode se tornar particularmente arriscado em sujeitos cujos órgãos estão já desgastados por doenças ou disfunções crônicas, por exemplo: os hipertensos, os cardiopáticos, os idosos em geral.

O maior perigo vem, não dos grandes estresses ocasionais, mas de pequenos e contínuos estresses, aqueles de todos os dias, que constituem o desgaste da vida moderna e que, juntando-se, podem se revelar fatais. Mas como prevenir ou, pelo menos, diminuir os danos do stress ? Uma receita fácil e um medicamento imediato não existem. É preciso, antes de mais nada, procurar, com a ajuda do bom senso, controlar aquelas tensões diárias que podem ser evitadas e reduzi-las.

Regularizar a alimentação, o trabalho, o descanso, o sono, consumir menos álcool, menos nicotina. É necessário evitar a vida sedentária, a luta contínua contra o relógio e, qualquer causa de cansaço crônico, diminuir os compromissos, concluir uma relação sentimental tormentosa, saber se interromper, saber parar em tempo quando o equilíbrio se torna por muito tempo instável, saber relaxar, e encontrar a forma de se libertar, de manifestar a si mesmo os próprios sentimentos. É fácil aconselhar alguém a relaxar, mas não é tão fácil para essa pessoa conseguir. Existem, em matéria de ajuda, todas aquelas técnicas que o profissional da saúde, bem preparado, pode ensinar o paciente a utilizar. São todas formas diferentes para ajudar o paciente a encontrar e restabelecer o equilíbrio físico, psíquico e emocional. Dentro desse panorama, a hipnose vem conquistando um lugar de sempre maior relevância, e a Hipnose Dinâmica se coloca como um tratamento de vanguarda.

Aspectos Sociais no uso abusivo de Drogas

O consumo de drogas é tão antigo quanto a humanidade, relatado inclusive na Bíblia. Sua ocorrência ao longo dos anos foi caracterizada como um fenômeno cultural. Porém, o que se observa nos dias de hoje é uma expansão tão grande e rápida que podemos falar em epidemia. Neste sentido uma questão se impõe: O que está levando a sociedade atual a uma utilização excessiva de drogas???

Ao tratar deste assunto tão complexo, como o uso abusivo de drogas, não podemos menosprezar aspectos importantes como a predisposição orgânica, a estrutura de personalidade e a dinâmica familiar. Da mesma forma, não podemos minimizar a influência da sociedade moderna no uso e abuso de drogas.

Para se “desdrogar” a sociedade são necessárias transformações estruturais e qualitativas. Falar em prevenção é falar em uma sociedade menos patológica.

Fazendo uma breve comparação entre o uso de drogas no passado e nos dias atuais, com base em estudos histórico-antropológicos, constatamos que:

Antigamente: o uso de drogas era um elemento de integração. Utilizado na maioria das vezes por adultos, com objetivos místicos, religiosos, intelectuais ou guerreiros e por certos grupos e em certas circunstâncias. A droga estava inserida inclusive num contexto sócio-cultural, ou seja, a maconha era utilizada no oriente, o álcool no ocidente. Atualmente: o uso de drogas é utilizado como elo desintegrador, ocupando o espaço da intimidade das relações interpessoais. A droga é tratada mais como uma questão econômica do que de saúde pública. A plantação, produção e comércio das drogas envolve quantias astronômicas, atingindo o terceiro lugar na classificação dos “negócios” que mais movimentam o mercado financeiro internacionalmente.

Existem alguns pontos essenciais para a compreensão do lugar que a droga ocupa na nossa sociedade:

1. O ritmo acelerado de transformações (o computador de seis meses atrás hoje é considerado obsoleto); a descartabilidade de objetos e pessoas. Não há tempo e espaço para assimilar de forma produtiva, transformações vertiginosas.

2. A fragilidade dos laços primários e a escassez de modelos de identificação dificultam o processo de introjeção de valores. Quem confia com orgulho em seu governo ou polícia?

3. A prevalência de uma ordem social que tende à hiper-racionalização e a normatização. Nosso comportamento deve ser adequado e lógico e nossos sentimentos desvalorizados.

4. A medicalização da vida oriundo da crença dos poderes mágicos dos remédios. Comeu demais, bebeu demais, não dorme, está angustiado??? Tem sempre um remédio para sua dor. A substância química substituindo o conforto humano. Não é à toa que o remédio mais consumido dos últimos quinze anos é o diazepan. Dizer que a droga é a causa da deterioração é, no mínimo, uma inversão de valores. É o próprio sistema social que configura o terreno social que predispõe a proliferação das toxicomanias. Qualquer enfoque: individual, familiar, político, social ou espiritual avaliado individualmente será limitado.

Dorit Wallach Verea.

Como vencer o Medo

Ptesiofobia é uma palavra que define o medo, o pavor, o pânico de viajar de avião. Todas as situações da nossa vida são constituídas por “causas e efeitos”. O medo de viajar de avião é “efeito” e é tratado pela medicina como uma doença psicossomática.

A Medicina Psicossomática trata de todos aqueles problemas físicos, orgânicos, emocionais que têm uma origem emocional; para ela, o medo de avião, é a representação simbólica de uma dificuldade interna do paciente de enfrentar problemas da vida. Alguém de bem com a vida, que vive em equilíbrio, dificilmente terá medo de avião. Evidentemente que as causas do medo de avião são várias, mas podemos codificar alguns arquétipos desse problema.

Normalmente os pacientes que vivem estes medos, são líderes, tem dificuldades em delegar funções, gostam de controlar tudo e todos; ficam apavorados ao pensar que estão nas mãos de terceiros, em situações nas quais não dependem de si mesmos.

Pessoas com medo de se expor, indivíduos com problemas de relacionamento com o outro sexo, podem relacionar a “máquina” com o símbolo fálico, ou seja, uma pessoa com vida sexual mal resolvida pode transferir suas frustrações para o avião.

Muitas vezes, o medo da frustração, da desilusão ou da perda, desencadeiam processos de medo de ter sucesso e subir na vida; este medo pode ser representado simbolicamente pelo medo de “subir” num avião. O tratamento com Hipnose Dinâmica ativa o inconsciente, permitindo um acesso mais direto ao inconsciente do paciente e assim, decifrar melhor as mensagens nele contidas.

O estado hipnótico é produzido pelo médico, através de códigos de Comunicação Não Verbal, sempre respeitando os limites emocionais do paciente.

A indução hipnótica é alcançada por quatro canais de comunicação não verbal: a gestão dos espaços comunicativos (distância entre o paciente e o médico), a paralinguística (uso dos sons, que podem ser uma música, a variação de tom, ritmo, volume e intensidade da voz), a cinésica (gestualidade), a digital (toques, contatos físicos).

Durante o estado hipnótico, a comunicação entre médico e paciente se faz também com a Comunicação Não Verbal. As respostas do inconsciente são retransmitidas verbalmente ao paciente durante as sessões. O estado hipnótico é um estado alterado de consciência, onde o paciente está presente, consciente e com domínio perfeito do tempo e do espaço. Ao contrário do que muitos pensam, somente 10% das pessoas hipnotizadas dormem e, mesmo assim, não existe domínio da mente de ninguém.

Hipnose é comunicação e é através desta comunicação, que se consegue esclarecer os conflitos da nossa mente, curando as causas dos medos, das fobias, das ansiedades, incrementando a qualidade de vida das pessoas. A fobia é uma manifestação específica do comportamento ansioso que gera uma sensação muito aguda de medo, sempre relacionada a alguma coisa. A ansiedade é o sintoma comum a todas as fobias que diferem somente nas causas: temor, insegurança, descrença e outros.

A origem do problema também pode estar em um trauma adquirido ainda nos primeiros meses de vida e, nesse caso, é trazido à tona numa regressão de idade. Com o tratamento, liberam-se os emaranhados do inconsciente, para viver o presente, e não projetar o passado no futuro.

Comunicação Não Verbal (CNV) auxilia Empresários

O empresário pode contar hoje com uma nova ferramenta para gerenciar seus negócios. Trata-se da Comunicação Não Verbal: técnica utilizada na hipnose dinâmica, desenvolvida pelo Dr. Leonard Verea, do Instituto Verea.

Segundo o médico, a comunicação não verbal possibilita o acesso ao inconsciente, permitindo aplicações, seja na medicina como em outras áreas.

Não basta o empresário utilizar técnicas de gestão, se não souber interagir com seus funcionários através de canais de comunicação que lhe permitam captar os sinais não verbalizados. Esta técnica moderna de dinamizar negócios, está cada dia mais difundida na comunidade empresarial e utiliza-se de atos comunicativos analógicos, ou seja, dos quatro canais da comunicação não verbal:

Possêmica, a gestão dos espaços comunicativos; Cinésica, a gestão da gestualidade, do olhar, etc; Digital, a gestão dos toques e contatos físicos; Paralinguística, a gestão dos sons, ruídos, da voz, etc.

Um empresário, um diretor, ou gerente, pode através da Comunicação Não Verbal, aprender a entender melhor os mecanismos da mente e a interação do consciente com o inconsciente do seu interlocutor; isto quer dizer que se pode observar respostas não verbais de uma pessoa, ou seja, entender melhor o que se passa na mente do interlocutor, com a certeza de que a interpretação está livre de mentiras e omissões.

O auxílio da Comunicação Não Verbal nos relacionamentos interpessoais, continua durante um diálogo, onde o operador tem condições de ler as várias formas de expressão analógica do sujeito e entender se aquele assunto tratado está sendo recebido por ele de uma forma positiva ou não, podendo modificá-lo e adaptá-lo para que seja mantido sempre positiva. Marketing, publicidade, técnicas de vendas, relacionamentos interpessoais em todos os níveis, se utilizam das técnicas da comunicação não verbal, como por exemplo: decoração de ambientes, escolha dos móveis, das dimensões, das cores, trajes e uniformes, etc.

O intuito é de criar situações agradáveis e momentos gratificantes procurando superar dificuldades e constrangimentos comuns durante diálogos entre as pessoas, utilizando recursos colocados à disposição pela comunicação não verbal, ou seja, isto significa que o operador pode tirar conclusões precisas e interessantes frente determinadas divergências entre a Ccomunicação Verbal e a Comunicação Não Verbal.

Hipnose em Grupo

O Instituto Verea, que trata de doenças psicossomáticas (fobias, medo de dirigir ou de andar de avião, síndrome do pânico, tabagismo, drogas, álcool, problemas sexuais, etc.) andou mais um passo no sentido de tornar seus tratamentos acessíveis a um maior número de pessoas. Além das já tradicionais sessões individuais criou sessões em grupos, de no máximo 4 pessoas. Cada paciente passará por uma avaliação individual inicial para depois ser integrado ao grupo. Uma vez por mês terá uma consulta individual. Os grupos serão formados por pacientes com casos semelhantes.

Com os mesmos resultados de um tratamento normal a grande vantagem deste procedimento, é o custo inferior, o qual pode atingir 40% do processo individual.

Esta técnica de hipnose-terapia em grupo vem sendo desenvolvida há muitos anos na Itália, de onde origina a Hipnose Dinâmica. Dr. Leonard F. Verea é um dos seus principais autores.

L.E.R. (Lesões por Esforço Repetitivo)

De acordo com diversos estudos, sabe-se que boa parte do desconforto causado por esforços repetitivos deve-se também a problemas de origem psicossomática. Uma vez detectados através da hipnose dinâmica, grande parte dos problemas pode ser tratada de forma definitiva. Porém, é sempre melhor prevenir do que remediar.

Com isto em mente, além de palestras e cursos destinados às pessoas que, devido a esforços repetitivos, vivem de forma desconfortável, com dores, dificuldade de movimentos, etc., o Doutor Leonard Verea criou a UNICAP, empresa dedicada à implantação da saúde e qualidade de vida no local de trabalho de acordo com as mais modernas tendências internacionais e em conformidade com as exigências da legislação brasileira.
Visite o site da UNICAP e saiba como melhorar a saúde e a qualidade de vida de sua empresa.

Melhore Sua Auto Estima

Cada pessoa pensa sente, fala e se movimenta da maneira que lhe é própria e que corresponde à imagem que faz de si mesma. Essa auto-imagem sempre tem aspectos físicos, sociais ou intelectuais. Nem sempre, porém, ela reflete essa dimensão múltipla. Com freqüência, misturam-se todas as sensações num pacote único, perdendo-se a amplitude da personalidade, o que acaba por traduzir uma auto-estima baixa.

A auto-estima é um dos fatores que influenciam diretamente todas as atitudes que a pessoa pratica, na forma como vê o mundo, na sua auto avaliação, na imagem que passa aos outros. Ela se processa de acordo com as convicções que são passadas à criança, desde sua vida intra-uterina até as outras fases do desenvolvimento humano. Na infância simplesmente absorve convicções, certas ou erradas, que carrega para o resto da vida e que vão contribuir para a construção da auto-estima.

Ela não está, necessariamente, ligada à posição sócio-econômica, à beleza física ou a status. Porém, a somatória desses e outros valores interfere diretamente no seu grau. Uma pessoa cuja auto-estima é baixa está fadada ao insucesso, a carências e à insatisfação pessoal. Se, mesmo em nível inconsciente, não ama a si própria, como pode esperar que outras pessoas a amem? Todos os desajustes e conflitos psicossociais, preconceitos religiosos, raciais, conceitos distorcidos de velhice, de doença, de sexo, sentimentos de culpa, de pecado que lhe foram passados na infância, provavelmente a seguirão pelo resto da vida e influirão diretamente na sua auto-estima.

Quando a auto-estima é baixa, o crescimento fica estagnado, a coragem diante da vida diminui, desistimos de arriscar coisas novas e até de sonhar. Por isso, diz-se que a auto-estima é um valor de sobrevivência.

Vamos mudar isso? Você é aquilo que acredita, portanto, saber se dar valor abre um mundo novo de relacionamentos com pessoas semelhantes, mais respeitosas, confiantes e hábeis, pois nos tornamos mais abertos e mais claros. Evite também aquelas com baixa auto-estima que rodeiam sua vida e a intoxicam em vez de alimentar.

O Curso de AUTO-ESTIMA vai ajudá-lo a proceder a importantes mudanças em sua vida, abordando sete princípios básicos:

Agora, somente agora – não quero viver no passado ou projetado no futuro: o que conta é o presente, viver o momento.

Gostando mais de mim – visto a roupa que mais gosto. Faço isso por mim mesma e para me gostar mais, desde o começo do dia.

Contradição? Que prazer! – normalmente me comporto assim, mas hoje farei o contrário. Desta forma acerto as contas com todas as partes que vivem em mim.

Sentimentos de culpa? Adeus! – o que foi feito está feito. Agora é melhor fechar os olhos e curtir ao máximo a minha transgressão.

Prazeres e dores: uso e jogo fora – não fujo das emoções, as curto ao máximo. Depois, continuo vivendo.

As palavras e os gestos para me estimar – olhos nos olhos, nunca perguntar “por que?”, nem “como sou azarado”.

Nunca tem um jeito só – observei as coisas por pontos de vista diferentes: assim consegui sair do óbvio.

Regressão de Idade

É uma técnica hipnótica utilizada para se ter acesso à informações guardadas na memória profunda e trazê-las à superfície. Fatos, situações, acontecimentos, emoções da nossa vida são revividos e/ou relembrados , como se a mente fosse um vídeo cassete e nele estivesse rotulado o filme da nossa vida no “rewind”.

A medicina e a ciência demonstram que existe memória desde a vida intra-uterina, uma vez que o feto registra variação de som, luminosidade, portanto a regressão de idade pode ser feita até a vida intra-uterina.

O paciente hipnotizado, livre dos mecanismos de defesa e das resistências analógicas pode iniciar este processo, seja respondendo a perguntas específicas do operador (hipnólogo), seja transmitindo o relato de momentos marcantes (positivos ou negativos) de sua vida.

Na maioria dos casos o paciente lembra o que aconteceu e o que foi falado durante a sessão e isto pode auxiliar no tratamento para esclarecer eventuais dúvidas.

Tratamento de Tabagismo Através de Hipnose

Estudos mostram que cerca de dez pessoas morrem por hora no Brasil por causa do cigarro, totalizando 80 mil pessoas por ano, que precocemente perdem a vida devido ao tabagismo.

Doenças associadas ao fumo:

Uma série de doenças está associada aos efeitos nocivos do fumo. O câncer é a mais comum. O tabaco é responsável por 30% das mortes por câncer (de boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, rim, bexiga e colo de útero) e por 90% das mortes por câncer de pulmão. Entretanto, as chances de se desenvolver um câncer de pulmão diminuem quando o indivíduo deixa de fumar e, segundo pesquisas, após 15 anos sem o uso da droga, os pulmões voltam ao normal, como os de um não fumante. Outras doenças como coronárias (angina, infarto do miocárdio, hipertensão arterial, colesterol alterado, embolia pulmonar e tromboflebite), cerebrovasculares (derrame cerebral, aneurismas arteriais), pulmonares obstrutivas crônicas (bronquite e enfisema), úlceras do trato digestivo, infecções respiratórias etc. estão também relacionados ao ato de fumar cigarros, charutos, cachimbos e cigarros de palha.

Tabagismo Passivo:

Hoje, o tabaco é considerado a maior fonte de poluição atmosférica ambiental. A população sofre uma contínua exposição aos efeitos nocivos dessa atmosfera poluída. Os não-fumantes expostos à fumaça do cigarro igualmente absorvem nicotina, monóxido de carbono e outras substâncias da mesma forma que os fumantes, embora em menor quantidade. A atmosfera fica carregada de nicotina, monóxido de carbono, substâncias cancerígenas e outras lesivas aos aparelhos respiratório e cardiovascular que se dispersam de forma homogênea pelo ambiente, afetando, a todos. A poluição tabagística ambiental provoca nos não-fumantes irritação nos olhos, rinites, tosse, cefaléia, problemas alérgicos das vias respiratórias, elevação da pressão arterial e angina (dor no peito), mal-estar, sem falar na diminuição do paladar, dentre outras que podem se manifestar em longo prazo. As crianças são as maiores vítimas da convivência involuntária.

Considerando-se que as pessoas passam 80% de seu tempo em locais fechados como no trabalho, residência, restaurantes, casas noturnas, escolas, hospitais, etc. o cigarro é considerado, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), como o maior agente de poluição doméstica ambiental. A OMS juntamente com as outras organizações nacionais de saúde, lançou uma campanha de restrição ao uso do fumo em ambientes fechados.

Por que as pessoas fumam?

Noventa por cento das pessoas começam a fumar antes dos 19 anos de idade, fase de construção da personalidade, principalmente entusiasmados pela publicidade. Pais, professores, ídolos e amigos também são fortes influenciadores. A publicidade é uma das maiores aliciadoras ao uso do cigarro, atendendo às demandas sociais e às fantasias dos diferentes grupos de pessoas mais facilmente influenciáveis (adolescentes, mulheres, faixas economicamente mais pobres etc.), nas quais provoca a ilusão de que ao fumar, seus desejos podem ser realizados. Assim, o TABAGISMO é considerado um dos mais profundos sintomas de problemas pessoais e a Hipnose age no seu tratamento.

A cura pela Hipnose:

Os resultados positivos do tratamento, que se mostram definitivos na maioria dos casos, são obtidos através do equilíbrio entre a falta do desejo de fumar e a descoberta dos vários porquês patológicos que levam o indivíduo a adquirir tal hábito.

Durante o tratamento, o médico busca eliminar o símbolo negativo representado pelo cigarro e o substitui por um neutro. Dessa forma, colabora com o paciente para que este ponha em ação os seus mecanismos inconscientes que o levarão ao encontro de um símbolo positivo válido e com o mesmo potencial do que foi eliminado. Portanto, o paciente elimina o cigarro não por imposição, mas porque ele já não representa mais nenhum atrativo, prazer, desejo ou necessidade.

A duração do tratamento é variável, mas pode-se dizer que desde as primeiras sessões o paciente para de fumar. Há, porém, muitas pessoas que precisam se livrar do cigarro, mas que não demonstram nenhum empenho em busca deste objetivo. Por esta razão, sempre que tentam, sentem-se mais ansiosas e nervosas. Nelas o tratamento através da Hipnose surte ótimos resultados. A Hipnose busca a solução do problema através da reeducação da parte mais misteriosa e complexa da mente humana: o INCONSCIENTE, que, na verdade, comanda e domina todo o nosso ser.

Terapia de Vidas Passadas

Durante uma regressão de idade, o paciente pode superar os limites da vida intra-uterina e se aprofundar no relato de outras vivências.

Quando estas vivências não têm uma comprovação com fatos e acontecimentos da vida real do paciente, elas podem ser atribuídas a fantasias da mente ou a experiências de vidas passadas.

Hoje em dia, muito se escreve e muito se fala sobre esse assunto polêmico e fascinante: alguns acreditam sem duvidas na existência de outras vidas, outros querem fatos e comprovações reais e outros ainda decididamente não acreditam. Onde está a verdade?

Apesar de todos os esforços, pesquisadores do mundo inteiro continuam divididos entre estas variáveis. Como deve reagir o médico ou o hipnólogo quando se defronta com um paciente que começa a falar sobre situações vividas em outras épocas, com outros personagens em momentos que dificilmente podem ser comprovados no consultório durante a sessão?

Tornou-se consenso geral nos congressos nacionais e internacionais de hipnose clínica, bem como em outras oportunidades, que, pesquisadores a tarefa de estabelecer os limites entre fantasia e realidade. para a evolução do processo terapêutico e bem estar do paciente, é considerado válido e real seu relato, independentemente de ser ele fruto de vida passada ou de uma fantasia, contanto que ajude na busca do objetivo comum.

Para simplificar e facilitar a análise, foi definido chamar esses fatos convencionalmente de “Experiências de Vida Passada”, deixando aos pesquisadores a tarefa de estabelecer os limites entre fantasia e realidade.